Pesquisar este blog

sábado, 12 de setembro de 2020

Divina

 Divin’arte d’amar


Coisa estranha, mas boa patranha, por não se saber definir com alegria tamanha energia.


Amor, som que não se pode mensurar, nem com medidores de moderna tecnologia pontual-atual.

Rosada cor aurífica a confundir a nossa pobre ignorância de cor sóbria e prolífera. 

Não se pede um quilo de amor, tampouco, um metro d'água benta. O amor é o criador da arte que por si só se inventa. 

Som etéreo o qual diz sem explicar o eterno marujar no mar de águas santas a se navegar com valor incolor a quebrar as rochas, moldando-as sem autorização banal num eterno e desorganizado bacanal estridente. 


A escrita ultrapassa o limite do tempo ao referir-se a esse dom celestino, nobre coração de menino a repousar no coração da  gente e a poetar seu veraz destino, porque nada tem a explicar na divina ciência de amar.


A letra também não explica!


O Amor é a arte imensurável de Deus o qual independe de tecnologia de ponta advinda de qualquer céu, porém, aponta ser a maior inteligência universal, na plenitude da paz, sem mero escarcéu… Só pra dar rima sonora: Você “entendéu” essa explicação ao léu?

 

Como é bom saber amar, com o conhecer de que não se sabe explicar.


O amor somente se pode sentir, se entregar sem resistir, é o nirvana que a todos engana, sem explicitar as propriedades de sua arrefecedora chama, porém, se você o verbete estranha, entenda como: Refrigeradora chama a qual lhe chama. Semelhantemente ao criar de sua mente a qual lhe mente desbragadamente ao dizer que: o gelo também queima irresistivelmente.


Afinal, quem sabe amar conscientemente?


jbcampos



segunda-feira, 11 de novembro de 2019

Mensalém - Mensagens além do além








Jb.campos


APRECIAÇÕES PREFACIAIS

Para corroborar com o sentido, o teor, a riqueza e a abrangência da mensagem contidos nesta obra, desejo, de início, tecer algumas palavras a respeito do autor do livro, meu bondoso e dedicado amigo João Batista de Campos.
O primeiro contacto social com o Campos foi tão marcante que mantemos até hoje uma sólida e fecunda amizade. Desde que o conheci e até hoje, dificilmente passamos uma semana sem nos falarmos. Na maior parte dos nossos contactos telefônicos, abordamos assuntos bíblicos, área de grande conhecimento do Campos, já que em sua juventude foi um dedicado pregador protestante. Por este motivo, todas as vezes que preparo os sermões a serem apresentados nas igrejas protestantes tradicionais (presbiteriana e metodista) nas quais exerço o meu ministério, nunca deixo de consultar o Campos que, com bondade, tolerância e espírito verdadeiramente cristão, sempre me orienta com muita competência na estruturação da mensagem a ser levada ao meu aprisco.
Ainda que não quisesse, a divina providência se encarregaria de fazer com que o Campos escrevesse esta obra de auto-ajuda a todos os que dela tomarem conhecimento. Uma mensagem que vale a pena ser lida e, sobretudo, vivida.
Muito do que aqui está escrito e proposto ajudou-me na superação da fase crítica da minha vida. Hoje, estou convencido de que os ensinamentos sábios e cristãos, contidos nesta obra foram os responsáveis pelo meu reencontro na e com a vida. Sou reconhecido, portanto, pela honra em produzir este prefácio e agradecido ao irmão Campos que me fez ver o mundo sob uma nova óptica e até ousar ser feliz.

São Paulo, 10.01.2000

Paulo Q. Marques
Ph.D - Livre-docente da Universidade de São Paulo - (USP)

João Batista de Campos, ou Campos, para os amigos, tem o dom da palavra – e da audição, ele traz para o papel, ou melhor dizendo, para as teclas do seu computador, livros inteiros, com muita facilidade, sempre levando uma mensagem dignificante e terapêutica, a quem dela necessita.
Seu autor é tão claro e cristalino como a mais pura água que brota de uma nascente: nada esconde. Ele é! Campos não nos furta da fonte de seus aprendizados / ensinamentos, mostrando-nos ainda, o modo como chegar a eles.
Ao término do livro, e ainda sob o impacto do tamanho de sua humildade, pude perceber um dos alcances profundos de suas palavras, no que se refere a identificações que existem entre duas ou mais almas. Como ele mesmo diz, nada deve ser tão importante como o nosso irmão e, ajudando o próximo, estamos ajudando a nós mesmos, galgando degraus em nossa escalada espiritual.
Vejo ainda, que o mais importante, é cair a semente em terra fecunda, e que possa vivificar e dar frutos. É o que propõe a obra de J.B.Campos nessa mensagem recebida. Que possa o Divino Mestre iluminá-lo para que possamos receber em breve outras obras tão valiosas...

São Paulo, 14-01-2000

Cleide Monteiro Mourão
Psicóloga Clínica

Às vezes, até mesmo acidentalmente, nos deparamos com coisas tão grandes e tão formidáveis que a nossa primeira reação é ficar mansamente observando, procurando entender seu significado, sua mensagem e o porquê de nos ter sido dada a oportunidade de presenciá-las.
Parece-me que... quanto mais evoluímos na senda da vida, mais expostos ficamos a acontecimentos singulares, verdadeiramente mágicos e que encerram, em sí só, sabedoria e ensinamentos que efetivamente não são nem deste tempo nem deste mundo.
Porém, neste quadrante de tempo em que nos é dado viver, é comum olhar-se e não ver; ouvir-se e não escutar. Na verdade, agindo como máquinas (insensíveis e irracionais) nos vemos predispostos por condicionamentos físicos, culturais e psicológicos na mais total e absurda descrença, reduzindo os mais fantásticos acontecimentos à simples fatos normais da vida.
E é em meio a esse mundo mágico e maravilhoso que devo necessariamente inserir esse insigne mestre, o meu amigo e companheiro de jornada João Batista de Campos, que apenas num toque de mão e num abraço – ao nos cumprimentar - nos transmite força, energia, otimismo. E com suas palavras, quase sempre eivadas da mais primitiva simplicidade, nos lança num vôo estratosférico a planos e mundos pelos quais passamos repetidas vezes e que a vida presente nos fez esquecer.

Vale a pena conferir.

SP - 19/01/2000

Nicodemo Sposato Neto
Advogado - Jornalista, Assessor de Imprensa da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo - (USP). Presidente da Avilesp.

Agradecimentos.

Não tenho palavras para exprimir aos amigos que apreciaram esta modesta obra, e já que a emoção me estouva a mente, resumo o meu grande desejo, que brota do mais profundo de minh'alma - tudo de bom a esses generosos irmãos de missão.
Sem cabotinismo, ou jactância, esforço-me para deixar toda a honra e glória aos nossos Amparadores e principalmente ao nosso Pai, Deus o Criador de todas as coisas.
Com abraços campônios,
Campos

A DESCIDA DO EREMITA

- Amigo leitor, de onde viemos e para onde vamos?

Estes escritos têm a pretensão de lhe mostrar o caminho pelo qual, você, caro amigo leitor, encontrará o seu próprio caminho rumo à tão almejada felicidade.
Você poderá achar este intróito um tanto petulante, porém, afirmamos-lhe, que nasceu do ímo da nossa alma, creia!
Desejamos-lhe prazerosa leitura, com a honra desta dedicatória, pois, você é o causador maior do nosso ensejo de escrever.

A DESCIDA DO EREMITA

Capítulo 1

A MONTANHA DOIRADA

Lá do alto, bem do alto da montanha descia o homem, também conhecido pela alcunha de: “O Homem da Montanha”.
Descia para viver seu aprendizado, que era realmente muito diferente do convencional.
Houvera vivido longos dias no cume daquela montanha de porte médio, pouco admirada pelos homens, talvez pelo desinteresse mineral exploratório, oxalá, interesses latentes e futurólogos por pedras britadas, mesmo assim lá estava vivendo o eremita.
Vegetariano por força circunstancial.
Jonas, o nome do profeta-horticultor, muito jovem ainda, subira ao monte e descobrira uma gruta, buraco da natureza, o qual, sem a menor sombra de dúvida, passou a figurar como objeto de sua paixão.
Seu grande sonho, como ele próprio dizia, era a paleontologia.
Sendo residente contumaz daquela loca incrustada no granito refratário e gélido, sem fazer o menor sentido para alguns poucos conhecedores deste seu novo endereço que, somente por este simples fato, proferiam palavras ignominiosas a seu respeito, referenciando ao seu modo de vida tão incomum.
Ao lado esquerdo daquela enxovia, a alguns metros, um escarpado com suas bordas floridas e uma beleza verdejante central, faziam-se notórios os valores vegetarianos de Jonas.
Um veio d’água da grossura de polegar de pessoa normal, escorria de dentro da gruta, como se fosse gente grande em sua perenidade, cujo curso fora direcionado para o belo escarpado vergel, sendo pelo sistema de irrigação hidráulico, natural e por gravidade, confeccionado em mangueiras, imerso sob a Alameda das Formigas, com placa indicativa, estando grafado na entrada da caverno, somente um número, o: 1 (um)...
Alameda das Formigas, nome este que Jonas arranjou para endereço, inspirado no grande formigueiro que existia no caminho que levava à entrada daquela enorme caverna.
Então, Jonas, movido pelo seu espírito parnasiano, escreveu estes versos inspirado nas formigas trabalhadeiras daquele local.A descida do eremita
Jb.campos


Alguns livros de jbcampos


   

Nuanças (Portuguese Edition) eBook Kindle

 
  

     



             

  

 
     


sábado, 29 de dezembro de 2018

Compulsiva emoção humana

Que mundo é este de malgrada e entediada ilação?
Muitas vezes sentimos o amor infestar o coração. O bem-moral mora na senda da retidão, pois, felizmente não há regra sem exceção, porém, a mentira grassa solta a fazer esta inversão.
O banditismo parece fazer parte do santo batismo, embasado no pseudo patriotismo de pérfido egoísmo.
- Mentir, não é crime não, quando praticado diante de grande nação?
- Manobras causídicas, perjúrios fatídicos, mentiras não são? Vistos na sua televisão!
- Ah... São fundamentados na legislação.
- Excelência. Desculpe-me então.
A mentira, é filha do Diabo, assim reafirma a sempiterna religião!
- Por que o poderoso, mau político, mente deslavadamente a oitava potência, com tamanha prepotência à bela nação?
- O “Deus-brasileiro” vai deixar a criminalidade prevalecer sobre a sua criação?
No confessionário de oitivas forenses, a mentira parece que sempre vence. Embora, O crucificado e dito: Sem pecado, ali seja; O dependurado ausente. Quem O respeita, parece paradoxal, ao sequer sentir tais manobras do mal!
Empolados engravatados torcem a sorte da verdade na mais fria crueldade.
A hipocrisia enfastia, quando a falsidade mercantil se embasa na lei amoral.
O assassinato de fato acontece, e o pobre povo trabalhador, de dor padece.
Que mundo imundo é este, em que o neto mata o avô pelo vício de promíscua peste. Chega a dar dó, o craque, a erva, o pó o qual na cabeça dá o seu mefistofélico e cego nó!
Após alguns dias o criminoso está à solta para matar novos avós.
Perdeu-se a honra, e a vergonha as quais poetizava a velha, e honesta cegonha.
O sexo virou o sodomita de Gomorras aflitas, cujas mentes desditas, são pura vergonha. Apenas um sentido figurado num delituoso mundo malvado, dito isto, o mundo fica calado na sua hipocrisia litúrgica, ou troquemos de lado por liturgia hipócrita em seus santos livros apócrifos. Quem tem entendimento, entenda debaixo de sua tenda repleta de frestas, até porque a ignorância humana aqui se atesta por um sinal da besta em sua antiquíssima testa. Assim o Livro atesta. Ou seria de mentirinha também essa tirinha? Acabo de ver no You Tube uma brincadeira religiosa de mau gosto, em Portugal estão vendendo o santo ar do local, sim: ar de Portugal enlatado. Sem comentário para assunto tão otário. E por falar em ar, lembremo-nos de Jim Jones, lá nas Guianas assassinando seus fieis, João de Deus em seus benditos bordeis, e para outros tantos aos quais foram dado nota dez.

Hei... Acorda de sua cegueira e entenda que a cura está em você, portanto, não precisa correr atrás desses crápulas, pseudo-religiosos.

A calamidade atingiu e tingiu de sangue as belas cidades de intensa maldade.
O poder desdenhou a força do mal que assola o povo o qual está a pedir esmola, enquanto, o mal amola o seu sabre, e assola, preparando-o à morte pela frígida degola.
O imposto recolhido continua encolhido, sem o menor sentido e, jamais inteiramente devolvido.
Os moribundos nas filas do SUS ficam assustados, pois, podem ser metralhados pelo sistema montado pelos vis malvados.

“O medo de viver-morto, corre solto pelos guetos escarnecidos pela lei, entorpecidos sobreviventes, afetados em seus desgastados sentidos.”

- Cadê a paz?

Que mundo é este?

Mesmo assim Feliz Ano Novo!

jbcampos